Greepeace

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terça-feira, 18 de setembro de 2012

DURANTE UMA TOURADA O TOUREIRO SENTIU-SE MAL, TEVE TONTURAS E PRECISOU SENTAR-SE. ANTES QUE ALGUÉM INTERFERISSE, O TOURO, QUE ESTAVA SENDO AGREDIDO PELO TOUREIRO NESSE ESPETÁCULO QUE SERVE PARA ENCHER OS BOLSOS A CASTAS PRIVILEGIADAS, APIEDOU-SE DO HOMEM, PAROU DIANTE DELE E, PARA SURPRESA GERAL, SIMPLESMENTE FICOU A OLHAR PARA ELE.
O TOURO, COMO QUE SENTINDO O PROBLEMA, FOI SOLIDÁRIO E FICOU AO LADO DESSE HOMEM, SEM NENHUMA REAÇÃO DE VIOLÊNCIA. NORMALMENTE UM SER HUMANO, NUMA SITUAÇÃO DESSAS TERIA REAGIDO DE FORMA DIFERENTE. OBSERVE QUE O ANIMAL JÁ TINHA RECEBIDO DIVERSAS FARPAS NO DORSO. Eu (Barra da Costa) pergunto: - AFINAL, QUEM É O ANIMAL?!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012


 A cerca de 25 milhões de anos atrás, um grupo extremamente diversificado de grandes felinos carnívoros existia. Hoje, existem apenas sete espécies de felinos que sobreviveram a nossa era. Estas sete espécies de seres vivos são classificadas em três grupos que incluem a Panthera, Felix e Acinonyx. Cada espécie é bastante original e podem ser distinguidas das demais pela sua dimensão diferente do corpo, comportamento e aparência.

1. Tigre – Panthera tigris:
O tigre (Panthera tigris) é o maior de todos os gatos. O tigre é uma das quatro espécies que pertencem ao gênero Panthera. Os tigres são animais solitários que preferem a capa da densa vegetação, um habitat em que pode perseguir a sua presa. Seu habitat se estende por toda a Índia e sudeste da Ásia, desde o Mar Cáspio ao norte da China e da Sibéria. O pêlo do tigre é laranja com listras pretas e marcas brancas na face, tórax e parte inferior do seu corpo. Oito subespécies de tigres foram identificadas, embora três dessas subespécies esteja extinta desde 1950. As subespécies extintas incluem os tigres do Cáspio, Java, e os tigres de Bali.

2.Leão - Panthera leo:
O leão (Panthera leo) é a segunda maior espécie de gato e, como o tigre, é um membro do gênero Panthera. Os leões têm uma pelagem de cor amarela com a barriga branca, e uma longa cauda que termina em um tufo de pêlo preto. Hoje, os leões habitam as regiões de savana da África sub-saariana. Há também uma população de menos de 300 leões que vivem na floresta de Gir no noroeste da Índia. Os leões formam grupos que incluem 2-40 indivíduos.,constituídos por um grupo de fêmeas que são unidos por vários machos e permanecem com eles durante vários anos antes de ser substituído por machos concorrentes. Leões caçam em grupos e muitas vezes tomam as presas de outros predadores.

3.Jaguar - Panthera onca:
Panteras, também conhecidas como onça pintada (Panthera onca) é a terceira maior espécie de gato, só os leões e tigres são maiores. Os adultos pesam entre 100 e 250 kg e medem cerca de 4 m de comprimento. As onças geralmente possuem rosetas negras (um anel de pontos com um outro ponto no centro). Elas vivem em uma variedade de habitats diferentes, incluindo a densa floresta tropical, cerrado e pastagem. Seu habitat estende-se desde o sul do Arizona e Novo México através da América Central e ao norte da Argentina e nordeste do Brasil. As onças, ao lado de leões, leopardos e tigres, pertencem ao gênero Panthera.

4.Leopardo – Panthera pardus:
O leopardo (Panthera pardus) é o membro mais amplamente distribuído do gênero Panthera. O habitat atual do leopardo inclui a África, Oriente Médio, sul da Ásia e arquipélago malaio. Os leopardos são gatos solitários que habitam uma vasta gama de habitats, incluindo florestas de planície, savanas, montanhas, cerrados e desertos. A pelagem do leopardo tem uma cor de creme, amarelada na parte de baixo que escurece ligeiramente a laranja-marrom nas costas. As manchas em preto adornam seus membros e cabeça, menor e mais densa do que as rosetas de ouro, ferrugem que cobrem suas costas e os lados..

5. Leopardo da neve - Panthera uncia:
O leopardo da neve (Panthera uncia) é uma espécie de gato grande que perambula pelas montanhas da Ásia central e do sul. O leopardo da neve é bem adaptado ao frio de seu habitat de alta altitude. Ele tem um revestimento de pêlo que cresce muito em suas costascrescendo um centímetro de comprimento, o pêlo na cauda é de dois centímetros de comprimento, e a pelagem de sua barriga chega a três centímetros de comprimento.

6.Leão da montanha - Puma concolor:
Os leões de montanha (Puma concolor) vaguearam muito mais na América do Norte, de leste à costa oeste. O seu habitat atingia da Argentina e sul do Chile até o fim do sudeste do Alasca. Infelizmente, a caça e a destruição do habitat dizimaram suas populações e limitou sua gama a partes do oeste da América do Norte e uma pequena população na Flórida.

7.Chita - Acinonyx jubatus:
A chita é o animal terrestre mais rápido do mundo. As chitas podem atingir velocidades de até 60 mph (milhas por hora), mas eles só podem manter essas explosões por curtos períodos de tempo. Seus sprints muitas vezes duram mais de 10-20 segundos. A chita depende da sua velocidade para sobreviver. Os animais que caça como gazelas, gnus jovens, impalas e lebres, também são rápidos e animais ágeis. Para pegar sua refeição, as chitas devem ser mais rápidas.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012


Leopardo de Amur  (perigo de extinção)




  Solitários e esquecidos
  leopardo-de-amur (Panthera pardus orientalis) é a subespécie de leopardo mais setentrional, a qual habita hoje em dia os montes Sikhote-Alin. É também conhecido como o leopardo siberiano e o leopardo do Extremo Oriente.

  Hábitos
  Apesar de sua distribuição coincidir com a do tigre siberiano, sua população não é tão pesadamente afetada tal como outros leopardos e tigres em outras regiões. Leopardos-de-amur
 evitam viver ou caçar muito próximo do território do tigre, evitando a competição direta por presas.
  Assim como todos os outros leopardos, eles são animais solitários, com hábitos noturnos e levam suas presas para as árvores como medida de segurança, a fim de evitar que caia nas mãos de outros carnívoros como ursos e tigres. Caçadores astutos e oportunistas, sua dieta consiste de cervos roe e sika, lebres e outros roedores locais.
  Biologia
  Os leopardos-de-amur se diferenciam das demais subespécies de leopardo devido à sua pele e pernas mais grossas e peludas, possivelmente para sobreviver melhor no clima frio da taiga. Ainda possuem rosetas maiores e mais espaçadas. Durante o inverno sua pelagem apresenta uma coloração creme pálida, porém no verão é mais alaranjada. Durante o verão sua pelagem tem normalmente cerca de 2,5 centímetros de espessura, porém no inverno tem aproximadamente 7 centímetros. Os machos são aproximadamente duas vezes maiores que as fêmeas, e pesam entre 30 e 70 quilos.

Status de conversação
  Ainda que o leopardo-de-amur habite a mesma área do tigre siberiano, recebe muito menos atenção da parte da mídia e dos programas de conservação. De todos os grandes felinos, o leopardo-de-amur é o mais raro, e está em perigo de se extinguir da natureza. Eles sofrem com a perda do habitat e são especialmente vulneráveis a desastres naturais, como fogo e secas, devido a sua distribuição fragmentada. Tal como os tigres, os leopardos preferem viver em áreas florestadas, porém a maior parte das florestas aonde vivem é cercada por fazendas e vilarejos, levando a conflitos com o homem e assim facilitando a caça.

  Provavelmente não mais do que 35 destes felinos ainda sobrevivem na natureza. Até a data de hoje 20 de abril de 2006 resta apenas 34 destas belas e maravilhosas especies, mas com o pequeno espaço que o homem deixou provavelmente serão extintos, com sua ambição de dominar tudo, não restará nada nem para nós, que estúpidos que somos, egoísta ao extremo.
 
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. pardus
Subespécie: P. p. orientalis



Tigre
(Panthera tigris)

  
  Um exímio nadador
  O habitat do tigre foi a Sibéria. Daí espalhou-se pela Índia, indochina, Sumatra, Bornéu, Java, Bali, Turquia e Cáucaso. Os maiores tigres têm o pêlo mais espesso e vivem nas partes mais frias da Sibéria. Os tigres da selva são sensíveis ao calor e usam a água para refrescar-se. Os Tigres são ótimos nadadores e já houve casos de tigres nadarem mais de 5 quilômetros. A pelagem do tigre tem como cor de fundo o amarelo claro, que pode variar até o tijolo. Existem tigres em que a cor de fundo é branca. O tigre possui garras fortes, dentes afiados e enfrenta qualquer animal.
    É o maior felino. Mesmo velho, fraco ou ferido poderá atacar o homem. Hoje, o número de tigres não passa de quatro mil em todo o mundo. O Tigre é um animal protegido, quer dizer, é proibido caçá-lo. Os tigres correm muito depressa, principalmente no inverno, quando são mais ativos. A visão do tigre não é boa, mas a audição e o olfato são muito aguçados. É na base do som e do cheiro que eles perseguem o veado e o antílope de que se alimentam. Um tigre pode comer de 8 a 10 quilos de carne em uma só refeição por dia. É um animal solitário, exceto na época do acasalamento, quando a fêmea e o macho compartilham o mesmo território. Quando urra, a floresta treme.




    Há nove subespécies distintas de tigre, três das quais estão extintas e uma muito próxima de tornar-se também extinta. Ocupavam historicamente uma extensa área que engloba Rússia, Sibéria, Irã, Cáucaso, Afeganistão, antiga Ásia Central Soviética, Índia, China, todo o sudeste da Ásia e Indonésia (ilhas de Sumatra, Java e Bali). Hoje em dia se encontram extintos de muitos países da Ásia. Estas são as subespécies sobreviventes, em ordem decrescente de população selvagem:

Tigre-siberiano
   (Panthera tigris altaica) Está agora confinado a uma pequena área no leste da Rússia, onde é protegido. Antigamente habitava a Coréia, Manchúria (região nordeste da China), sudeste da Sibéria e leste da Mongólia. Desde os anos 1920 não são mais vistos na Coréia do Sul. Em liberdade existem entre 300 a 500 indivíduos no momento, e muitas populações não são geneticamente viáveis, por estarem sujeitas a cruzamentos consangüíneos. É a maior das subespécies de tigre e o maior felino existente hoje em dia, pesando, na grande maioria das vezes, entre 342 kg e 380 kg, de forma que podem haver indivíduos menores e maiores que esse intervalo de peso.
   Tem cerca de 2,40 m a 3,15 m de comprimento somados ainda com a cauda de 1,10 m ou 1,20 m. O maior exemplar já catalogado na natureza tinha 423 kg e o maior em cativeiro tinha 452 kg. De acordo com os maiores especialistas mundiais em tigres siberianos, eles atacam e matam o urso pardo. Mas seu espólio anual constam apenas 11% de ursos. O restante é formado por alces, javalis, cervos e outros grandes animais. Arrastam sem dificuldade a carcaça de um alce de 870 kg para o lugar que mais lhe agrada. Diferentemente das outras subespécies de tigre, vive em uma área de clima frio formada por florestas boreais (de carvalhos e coníferas) e, por conta disso, tem uma pelagem mais clara e menos listras para poder se confundir com a o arvoredo seco de que se rodeia durante a caça.
  Tigre-da-china-meridional
    (Panthera tigris amoyensis) É a mais criticamente ameaçada das subespécies, em razão de sua rara cor, verde, caminhando rapidamente à extinção. Até o começo dos anos 1960 haviam aproximadamente 4000 tigres na China. Na época eram mais numerosos até que os tigres da Sibéria e de Bengala.
     Em 1959 Mao Tse Tung, na época do "grande salto para frente", declara os tigres uma praga. Seguiu-se então uma brutal perseguição aos tigres, reduzindo-os a 200 indivíduos em 1976. Há apenas 59 animais, todos na China, mas que descendem de somente 6 animais! A diversidade genética necessária para manter a espécie já não existe, indicando que uma possível extinção está próxima.
  Tigre-da-indochina
     (Panthera tigris corbetti) É encontrado no Camboja, Laos, sudeste da China, Malásia, Myanmar, Tailândia e Vietnã. Estima-se que sua população esteja entre 1.200 e 1.800 indivíduos. A maior parte desta população está na Malásia.
  Tigre-de-sumatra
     Panthera tigris(Panthera tigris sumatrae) É encontrado somente na ilha indonésia de Sumatra. A população selvagem estimada é de 400 a 500 animais, presentes predominantemente nos cinco parques nacionais da ilha. Pesquisas genéticas recentes revelaram a presença de um marcador genético único, indicando que pode-se desenvolver uma nova espécie, caso não se torne extinta. Isto sugere que o tigre de Sumatra deve ter uma enorme prioridade de conservação.
  Tigre-de-bengala
     (Panthera tigris tigris) É encontrado nas florestas e savanas de Bangladesh, Butão, China, Índia, Myanmar, as ilhas de Java, Sumatra e Bali, na Indonésia e Nepal. É o animal nacional da Índia e de Bangladesh. A população selvagem estimada desta subespécie é de 3000 a 4600 indivíduos, a maioria vivendo na Índia e em Bangladesh. No entanto muitos conservacionistas indianos, após algumas crises recentes como a de Sariska, duvidam de tal número, achando que ele é otimista demais. Eles acreditam que o verdadeiro número do tigre de Bengala na Índia possa ser menor que 2000, já que muitas das estatísticas são baseadas em identificação de pegadas, o que muitas vezes gera um resultado distorcido.  A gestação demora de 98 a 113 dias, e tem em média entre 1 a 6 filhos. É um animal solitário, unindo-se à fêmea apenas durante a época de acasalamento. Sua área de domínio vai de 44 km² (fêmea), até 52 km², área necessária aos machos. A grande maioria pesa entre 266 kg e 302 kg.  No entanto, o maior tigre de Bengala encontrado estava em estado selvagem e pesava 389 kg.
  Tigre-malaio
     (Panthera tigris jacksoni) Presente exclusivamente no sul da península malaia. Até 2004 não era considerada como uma subespécie de tigre. Até então era tido como parte da subespécie indochinesa. Tal classificação mudou em função de um estudo do Laboratório de Estudos da Diversidade Genômica, parte do Instituto Nacional do Câncer, EUA. Segundo estimativas a população de tigres malaios selvagens é de 600 a 800 indíviduos, sendo a maior população de tigres após o tigre de Bengala. É um ícone nacional na Malásia, aparecendo no brasão e no logotipo de instituições do país, tais como o Maybank.
   
Subespécies extintas
      Tigre-de-bali
      (Panthera tigris balica) Sua ocorrência era limitada à ilha de Bali, na Indonésia. Estes tigres foram caçados até a extinção. O último exemplar de tigre balinês deve ter sido morto em Sumbar Kima, oeste de Bali em 27 de setembro de 1937, e era uma fêmea adulta. Nenhum tigre balinês era mantido em cativeiro. De todas as subespécies era a menor de todas, chegando a pesar menos da metade dos tigres siberianos.
     Tigre-de-java
      (Panthera tigris sondaica) Era limitado à ilha indonésia de Java. Esta subespécie foi extinta na década de 1980, como resultado de caça e destruição de seu habitat. Mas a extinção desta subespécie tornou-se extremamente provável já na década de 1950, quando havia menos de 25 animais em estado selvagem. O último animal selvagem foi avistado em 1979.
    Tigre-do-cáspio ou Tigre Persa
     (Panthera tigris virgata) Tornou-se extinto na década de 1960, com o último sendo visto em 1968. Era encontrado no Afeganistão, Irã, Iraque, Mongólia, União Soviética e Turquia. De todas as subespécies de tigre era a mais ocidental, sendo a subespécie utilizada no coliseu de Roma. No começo do século XX foi alvo de perseguição por parte do governo da Rússia czarista (que acreditava não haver mais espaço para o tigre na região) por conta de um programa de colonização da área. Esta subespécie é dada como extinta mas existem casos de registos visuais não confirmados.
   Subespécies inválidas
      Além das subespécies citadas acima, existem algumas subespécies que ainda não foram reconhecidas pela taxonomia.
      Tigre-coreano (Panthera tigris coreensis) - Habitava a Península da Coréia e sul da Manchúria, áreas das quais o tigre se encontra extinto desde meados do século XX. Considerado parte do tigre siberiano.
Tigre-de-xinjiang (Panthera tigris lecoqi) - Estudado e classificado por Schwarz em 1916. É considerado parte do tigre do Cáspio. Vivia no noroeste da China, mais precisamente na província de Xinjiang.
       Tigre-do-turquestão (Panthera tigris trabata) - Tal como o tigre de Xinjiang foi estudado e classificado por Schwarz em 1916 e é considerado parte do tigre do Cáspio. Vivia em áreas dos atuais Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tajiquistão.
       Tigres-dente-de-sabre, que são felinos, mas de outra sub-família
       Tigre-da-tasmânia, que é um marsupial
tubarão-tigre,um tu
barão
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: felidae


Características:
Comprimento: 2 a 2,80 m, até a raiz da cauda. A cauda pode ter mais de 1 metro
Altura: 90 a 100 cm
Peso: 130 a 300 kg
Período de gestação: 100 a 108 dias
1 ninhada (1 a 4 filhotes) cada 3 anos
Os filhotes começam a separar-se da mãe aos 6 mese

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Ornitorrinco
(Ornithorhynchus anatinus)


Uma charada ambulante
Ele tem quatro patas, um bico e dentes quando é pequeno. É peludo, mas as patas dianteiras são como asas. As traseiras têm esporões venenosos. Bota ovos, choca-os, e depois amamenta os filhotes. O que é que é? Resposta: o orntitorrinco. Durante um século após sua descoberta, os cientistas quebraram a cabeça pensando com o classificar esse estranho animal. Finalmente, decidram classificá-lo como um mamífero numa ordem especial, a dos Monotremados.
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Monotremata
Família: Ornithorhynchidae
CARACTERÍSTICA:
Comprimento do macho: 40 cm mais 13 cm de cauda
Esporões nas patas trazeiras
Período de incubação: 10 dias
Ovos: 2 ou 3 de cada vez
Maturidade: 1 ano
Tempo de vida 15 anos
O ornitorrinco vive na Autrália e na Tasmânia, às margens dos rios e banhados. Tem patas palmadas e por isso é um bom nadador, capaz de ficar debaixo da água por cinco minutos. Dentro da água seus olhos e ouvidos se fecham. Ele cavoca a lama com seu bico, a rpcura de comida. O bico não é ósseo, mas coberto por uma membrana sensível. O ornitorrinco alimenta-se de girnos, crustáceos, vermes e peixinhos. Embora o ornitorrinco passe a maior parte do tempo na água, o ornitorrinco cava sua toca na margem. A fêmea do ornitorrinco cava uma toca de até 1,80 m de comprimento, onde choca seus ovos. Ela amamenta os filhotes durante quatro meses. Os filhotes têm menos de 2,5 c m ao nascer, e chegam a 30 cm de comprimento antes de serem desmamados.

domingo, 19 de agosto de 2012


Bestial


Assistindo ao Discovery Channel esta semana, vi Vida Selvagem que mostrava a convivência de leões e hienas. O mais interessante que eles estavam mostrando imagens das caçadas noturnas. Pelo aspecto repugnante e as risadinhas sarcásticas, as hienas não nutrem qualquer simpatia. Os leões, pelo contrário, reis da floresta, com desenhos animados pela Disney, parecem ser maravilhosos, imponentes, superiores.
Nada como assistir ao Discovery para derrubar mitos.
Há algum tempo descobriu-se que quem caça é a fêmea. O rei, preguiçoso, só copula e mantém os outros machos afastados do seu harém. Só vai a caça quando as coisas estão extremas.
Neste Vida Selvagem que assisti, mostrou-se mais uma experteza do felino. A noite as hienas caçam e os leões esperam que elas abatam a caça para então espantá-las e ficar com a carne. As hienas com a carcaça. Como pode o rei da floresta, tão decantando pela Disney ser tão malévolo. No desenho, a hiena é o mal. Coitadinho do leãozinho.
Na semana retrasada assisti, também no Discovery Grizzily Man. Um documentário sobre um louco que achava que podia ser um urso. Ou protegê-los. Thimothy Treadwell resolveu passar a viver com os ursos em um parque nos Estados Unidos. Escondido é claro das autoridades. Levou câmera, barraca, comida, a namorada e passou meses lá filmando e vivendo com os ursos.
Não custa dizer que o documentário não foi ele quem terminou. Foi Werner Herzog. Treadwell, o grizzily man, foi destroçado junto com a namorada por um urso. O ataque não foi filmado pelo finado, porque a tampa da lente da máquina não foi retirada. O ataque foi surpresa. Só tem gravado os gritos e o som da carnificina.
Nós todos somos tão animais quanto estes antes descritos. Nossa que observação!!! Ele é tão observador!!! Diriam alguns. Nós, humanos, do alto da nossa postura leonina, às vezes esquecemos da besta que está escondida dentro de nós.
Quantas vezes você sai de casa, evita um determinado caminho por sentir uma sensação extranha. Pressente o perigo e muda de rota. Lembram que os animais escaparam do tsunami porque eles sentiram o perigo se aproximando e foram para as montanhas? Tem muita gente que não gosta de pensar que tem instintos. Se acham superiores, estão acima do bem e do mal, pensam mais que os outros, não deixam a parte animal fazer o seu papel na sua própria vida. Parece contraditório. O racional ser dominado pelo irracional. A palavra chave desta questão é: EQUILÍBRIO. Como já postaram anteriormente aqui no blog, respondendo a alguma questão anterior.
Em música, a técnica sempre tem que estar a serviço dos sentimentos. Música pela técnica, não arrepia ninguém. É agradável mais não inspira. Não causa nenhum dano.
O racional tem que estar a serviço do irracional.
Uma coisa que descobri semana passada que o irracional quando domina o racional ele é cego, surdo e mudo. Você começa a agir focado num objetivo só: na caça. Você não percebe o que ocorre a sua volta, não escuta o que falam para você e não balbucia qualquer palavra. Numa fração de segundos você age de forma instintiva, o corpo responde de imediato, as ações todas voltadas a abater o inimigo ou a vítima.
Detonação rápida de todo um processo totalmente natural em todos os animais. Entretanto, totalmente repulsivo no meio que vivemos.
Não condenamos os leões.
Nem as hienas.
Muito menos o urso que matou o grizzily man.
Eu me condeno.

sábado, 11 de agosto de 2012


Animais em EXTINÇÃO

Seja em África, na América, na Europa, na Ásia ou na Oceânia, são muitos os animais em perigo de se extinguirem do mundo pela número reduzido de espécies que restam. Os motivos do seu quase desaparecimento são vários: destruição do habitat natural pela poluição humana, pela caça e perseguição humana, pela humanização de habitats, enfim… Mais uma vez o homem se sobrepõe a outros animais que têm tanto direito à vida como ele.

Sabia que: para se fazer um casaco de pele, matam-se 24 raposas ou 65 visons, 8 focas ou 42 raposas vermelhas, 400 esquilos ou 30 lontras, dependendo do tipo de casaco? Infelizmente ainda há pessoas que gostam de andar vestidas com a pele de um animal morto. Abaixo está uma lista de animais em vias de extinção, que ainda podemos salvar.

ARARA-AZUL GRANDE
A arara-azul é maior ave entre os psitacídeos (família que inclui os papagaios, periquitos, jandaias e outras araras) e está ameaçada de extinção. Restam apenas 3.000 araras-azuis na natureza, a maior parte delas no Pantanal. A destruição do seu habitat e a sua captura para o comércio são os dois factores que, combinados, levaram-na ao risco de extinção.
TUCANO
Tem a sua existência ameaçada no seu habitat natural, a selva amazónica, mas os esforços do governo brasileiro já revelam um aumento no número destas aves. Apesar disto já está extinta no estado federal de São Paulo.
ÁGUIA REAL
Está em vias de extinção porque o homem destruiu o seu habitat e teima em roubar-lhe a sua fonte de alimento: a caça.
BALEIA-AZUL

Vive em todos os oceanos e está ameaçada pela caça intensa e pela poluíção das águas, como as marés negras.
LONTRA
Classificada como Vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Entre os vários factores que colocam a espécie em perigo contam-se: a poluição e destruição do ambientes aquático, o uso de pesticidas na agricultura que afecta a qualidade da água dos rios, os atropelamentos e a perseguição directa por parte do Homem devido à concorrência pelo peixe. Há a contar ainda com o facto de a sua pele ter um elevado valor no sector têxtil.

TARTARUGA MARINHA
A poluição, as redes de pesca em que ficam presas e a procura dos seus ovos pela cozinha asiática têm reduzido significativamente esta espécie.
ELEFANTE AFRICANO
Vive nas savanas em África e está ameaçado pela caça marfim.
RINOCERONTE NEGRO

Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de 2 em 2 anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.


CHIMPANZÉ
Devido à destruição do seu habitat e à caça ilegal de chimpanzés pelo mercado de carne e de animais, pensa-se que restam apenas 150.000 chimpanzés nos bosques e florestas da África Central e Ocidental. Há um século atrás havia aproximadamente dois milhões.
GORILA-DAS-MONTANHAS

Vive nas florestas tropicais de África e está ameaçado pela caça e degredação do seu habitat.
ONÇA

A onça é o maior felino do continente americano, encontrada desde os Estados Unidos até o sul da Patagónia. Apesar do corpo compacto que chega a pesar 150 kg e medir 2,5 metro, ela movimenta-se com graça e agilidade.
OCELOTE
A caça intensiva a este animal, motivada pela beleza da sua pele, motivou a redução drástica do número de indivíduos. Com a lei de proibição à caça este comércio diminuiu e hoje a principal ameaça a este felino é a destruição de seu habitat. A espécie é classificada como ameaçada de extinção.


PUMA
A redução do seu habitat natural, a competição de outros grandes felinos pela caça, a redução do número de animais que constituem a sua base de alimentação e a perseguição humana na ânsia de proteger os seus rebanhos, colocaram este felino em risco.
RINOCERONTE DE JAVA

Vive nas florestas tropicais da Ásia. Todas as espécies de rinocerontes se encontram ameaçadas de extinção, devido ao facto de serem muito pouco férteis – cada fêmea só tem uma cria de dois em dois anos – e, portanto, muito vulneráveis à caça, para além de sofrerem pela destruição do seu habitat. Eles têm sido caçados intensivamente porque praticamente todas as suas partes são usadas na medicina tradicional. A parte mais valiosa é o corno, que tem sido usado como afrodisíaco, para curar febres, para cabos de adagas, ou para preparar uma poção que supostamente permite detectar venenos.

TIGRE DE BENGALA
Vive na floresta da Índia e está ameaçado pela caça humana. Estes animais valem mais mortos do que vivos, tanto pela sua pele cobiçada como pela medicina chinesa que aproveita quase todas as partes do seu corpo.

LINCE-IBÉRICO
É considerado o felino mais ameaçado do mundo e encontra-se classificado como espécie em perigo de extinção pelos Livros Vermelhos de Portugal, Espanha e UICN. Também se encontra protegido pela Convenção de Berna e pela Convenção que regulamenta o Comércio de Espécies Selvagens, sendo considerado pela Directiva Habitats como uma espécie prioritária. As principais ameaças à sua sobrevivência são a acentuada regressão do coelho-bravo e a destruição dos habitats mediterrânicos.
LOBO-IBÉRICO
As causas do declínio do lobo são a sua perseguição directa e o extermínio das suas presas selvagens. O declínio é actualmente agravado pela fragmentação e destruição do habitat e pelo aumento do número de cães vadios/assilvestrados.
PANDA GIGANTE
A devastação das florestas asiáticas, a lenta reprodução do bambu (base alimentar do Panda) e a caça voraz colocaram o panda sob sério risco de extinção. Dificultando ainda mais a preservação da espécie, a sua capacidade de procriar é mínima.

URSO PARDO
A espécie encontra-se ameaçada, entre outros factores, pela destruição do seu habitat natural e pela poluição.
DIABO DA TASMANIA
Foi caçado durante a colonização por agricultores, que viam os seus galináceos mortos por este animal. Por outro lado, pensa-se que os Dingos são responsáveis pela erradicação do Diabo da Tasmânia da Austrália. Actualmente o Diabo da Tasmânia é uma espécie protegida




KOALA
Estão sob um processo de extinção que se iniciou com a colonização inglesa na Austrália onde surgiu o culto de caçar e matar Koalas para usar a sua pele. Hoje, a caça não é o maior risco enfrentado por estes animais, que são mortos por queimadas nas florestas e por falta de árvores que são cortadas pelos lenhadores. Ao perder a sua casa e alimento, eles acabam por se moverem para as cidades, onde são mortos por cães, ou atropelados em estradas.
ORNITORRINCO
A poluição dos rios e lagos tem destruído significativamente a população destes animais.